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17 de abr. de 2013

Medo de Dentista? Os pais vão ajudar!

Hoje em dia as crianças vão ao dentista bem cedo, ainda bebês (ou deveriam!).
Nesta fase, o medo faz parte do amadurecimento emocional dos bebês agindo como sinal de alerta diante dos perigos. Sendo assim, é exatamente partindo do tipo de experiencia que obtiver ou que imaginar que o medo será gerado ou não.
Os pais precisam estar atentos aos sinais que seus filhos expoem para encontrar o equilíbrio entre o medo saudável, que irá protegê-lo, e o medo exacerbado, que se transforma em pavor!

Assim...
#
  # ...as crianças podem ter medos reais, causados por vivência da mesma em consultórios ou clínicas médicas, hospitais, creches, escolas, dentre outros... existindo correlação do que sofreu com o que poderá acontecer e sentir, é o medo verdadeiro.

#
  # ...ou podem criar medos e ansiedades derivados de algum estagio secundário, como medo de escuro, monstros ou mesmo observando pessoas ao redor do ambiente em que vivem. Podem ser os próprios pais, parentes, coleguinhas que passaram por experiências desagradáveis.

A primeira experiência em qualquer situação gera expectativas, tanto nas crianças quanto em adultos, não é mesmo?!
Ao levar seu filho pela primeira vez ao dentista, será exatamente assim... Expectativa!
Todos nós temos medo do desconhecido, lembrando que pode ser agravado com relatos de sofrimento no dentista.

Os pais devem ter muito cuidado ao levar seus filhos ao Odontopediatra. Qualquer expressão facial ou demonstração de insegurança pode ser desencadeadora de medo ou ansiedade na criança.
Quando marcarem a primeira consulta, os pais precisam conversar com o profissional para serem orientados como devem proceder.
Alguns exemplos: 
* Quando oferecemos um pirulito a criança pela primeira vez, retiramos o invólucro e o entregamos. Não ficamos falando que o " pirulito é bom, gostoso, bonito, doce...".
* No caso do Odontopediatra, a tendência dos pais é tentar minimizar a própria ansiedade dizendo: "O(A) Tio(a) dentista é legal, muito bonzinho(a), vai só olhar seus dentinhos, você vai gostar muito dele(a)."
Essas mensagens passam para a criança que os próprios pais: estão ansiosos, com medo do comportamento, medo de que a criança tenha medo, estão perdidos e não sabem o que fazer. Também não sabem se o dentista é bonzinho e por aí vai...
Diante deste contexto, a criança chegará para nós, Odontopediatras, assustadas, ansiosas, não nos olha, olhos pregados nos pais, o único porto-seguro!
A adaptação da criança ao Odontopediatra deve ser cautelosa e paciente, estabelecendo uma relação de confiança.
A criança precisa saber que está ali para ser bem tratada, para ter saúde, para uma educação à longo prazo e que ali está segura.

Conselho aos pais I

Após buscar o Odontopediatra que mais lhe agrada ou lhe dê segurança (Dica: você pode visitá-lo antes de levar sua criança): 
 # Marque e leve seu filho informando apenas no dia da consulta que ele irá ao dentista para limpar os dentinhos e pronto!
 # Não faça promessas de presentes ou chantagens!
 # Outras informações só serão dadas se ele pedir. 
 # O Especialista estará apto para recebê-lo e orientá-lo da melhor forma possível.
 # Cada idade terá uma reação diante da nova situação de acordo com seu desenvolvimento psicoemocional.
 # Os pais devem ter em mente que o choro é uma situação normal, principalmente em crianças menores... É a liberação das tensões.

E atenção... Crianças que estão passando por fortes emoções como o nascimento de um irmão;  que já passaram por perdas de entes queridos, que tiveram contatos com a morte de alguma forma; que passaram por longos períodos de hospitalização... são crianças que podem sofrer regressão comportamental, o Odontopediatra deve ser informado para lidar adequadamente com a situação.

Conselho aos pais II

Caso a criança já tenha passado por alguma experiência desagradável com algum dentista, mesmo Odontopediatra, e o medo seja realidade:
 # Marque o dentista e avise-a apenas no dia que precisará ir a um NOVO Odontopediatra.
 # Converse, lhe dê atenção, ouça-a, deixe-a falar, mas não gaste tempo demais falando sobre isso para evitar que a criança fique ainda mais ansiosa.
 # Mude de assunto, distraí-a com brincadeiras e algo que ela goste.
 # Não faça promessas, como se ficar quietinha te dou uma bala quando a gente sair...
 # Não conte histórias, tipo sobre a bruxa má que levou o garotinho ao dentista e lá tinha fadas...
 # Avise ao dentista sobre a experiência desagradável.
 # Não demonstre insegurança, não intervenha na consulta.


Lembre-se que em caso de medo real, a criança já teve uma experiência desagradável e neste momento será necessário enfrentar o próprio medo, construir uma nova concepção, uma nova adaptação, e contará com a segurança dos pais para lhe encorajar.
Note que segurança não significa interferência.
O Odontopediatra estará atento à criança, o medo excessivo causa reações fisiológicas perceptíveis ao especialista que reagirá como necessário.



Aconselhamos que crianças sejam tratadas por Odontopediatras, independente da idade, de ter ou não medo, pois estes estão preparados para qualquer situação junto aos pais!

21 de jan. de 2013

Vamos andar naturalmente!

Os pediatras estão em Campanha Nacional para proibirem a venda/ utilização de andores de bebês.

E nós, como odontopediatras, aderimos à CAMPANHA!
Nossos bebês precisam ser estimulados, claro! Mas um estímulo que não os coloquem em risco.
Muitos traumas de boca em bebês é devido a quedas de andadores. E esses traumas afetam a dentição decídua, lábios, músculos faciais, até fratura de crânio.

Os pediatras afirmam que o andador é inútil, não contribui em nada para o desenvolvimento da marcha, ao contrario atrapalha. O uso de andadores pode deixar de estimular alguns músculos, atrasando os primeiros passos.



"Os dados que norteiam as ações da SBP são da Academia Americana de Pediatria que apontam dez atendimentos nos serviços de emergência para cada mil crianças com menos de um ano de idade, provocados por acidentes com andador, todos os anos.
Em um terço dos casos, as lesões são graves, geralmente fraturas ou traumas."

Há 15 dias, em Jequié (BA), um bebê de nove meses caiu com um andador de uma escada com cerca de dez degraus. Ele morreu antes mesmo de chegar ao hospital devido a uma fratura cervical.
"O intuito é acabar com a recomendação do uso do andador. Acabar com a fabricação, só o Canadá conseguiu. O médico é uma autoridade de saúde dentro da família e pode conscientizar sobre esse utensílio que não tem vantagem nenhuma e leva risco para dentro de casa", disse o pediatra Danilo Blank, do Departamento Científico da SBP.



Normalmente recomendamos uma série de ações visando a proteção do bebê, entre elas incluímos a Não Utilização de andadores. 



Outras medidas preventivas para para reduzir, ou até mesmo eliminar, a prevalência 
dos traumas dentários:
  • Uso de cadeirinhas, cintos e assentos de segurança nos automóveis;
  • Proteja as escadas com portões e grades restringindo o acesso pelo bebê;
  • Na prática de esportes de risco, não esquecer dos equipamentos de proteção, como protetores bucais, joelheiras, capacete, cotoveleiras, etc.
  • Sempre ter um adulto com as crianças em piscinas;
  • Sempre ter um adulto em passeios de bicicleta, skate, além dos equipamentos de proteção;
  • Evite situações de risco, como uso de andadores para bebes.
  • Evite brincadeiras com objetos perigosos.
Proteja seu bebê, previna acidentes! Vamos andar Naturalmente!

16 de jun. de 2012

Super Poderes precisam ser renovados!!! Vacinação contra a Paralisia Infantil

Hoje é dia!!!
Leve o seu super-herói menor de 5 anos ao Posto de Vacinação mais perto de vocês!


A campanha nacional de vacinação contra poliomelite tem início hoje e vai até o dia 06 de julho.


Todas as crianças menores de 4 anos, 11 meses e 29 dias devem tomar as duas gotinhas, mesmo que já tenham sido vacinadas.

Em todo o país, 115 mil postos estarão funcionando, das 9h às 17h.
Além das unidades permanentes, shopping centers, rodoviárias, escolas, entre outros locais, vão receber postos móveis.








Para saber mais sobre os Super-Poderes clique em: http://portal.saude.gov.br/portal/saude/profissional/area.cfm?id_area=1448

Bjusssss

16 de ago. de 2011

Crianças Sem Limites!

A  falta de regras é responsável pela formação de “pequenos chantagistas”. 
Isso é sério!
Viver com regras não causa em uma criança o mesmo efeito que provoca em um adulto. 
Na verdade, ocorre o oposto: os limites levam os pequenos a sentirem-se mais seguros.

Seja firme, exerça a autoridade que você precisa ter e estabeleça regras claras e de acordo com a idade de seus filhos.

Se seu filho faz chantagem para ir ao dentista, à  escola ou para fazer outras coisas como comer, fazer a lição, arrumar os brinquedos... Ele pode estar precisando de limites!

Criança sem limite:
  • Cresce insegura;
  • Não aprende a confiar em si mesmo;
  • Acha que pode tudo;
  • Não consegue lidar com as frustrações naturais da vida;
  • Tem baixa auto-estima.
Precisamos assumir a educação dos nossos filhos para que eles não sejam educados por estranhos ou se transformem em adultos inseguros.
Por Paula Pantaleoni Amaral (psicopedagoga) 

13 de ago. de 2011

Legumes e Verduras, não os transformem em vilões!

Primeiro Passo:

Vão á feira com seus pequenos para uma aula sobre vegetais, eles vão adorar!

Então, fiquem atentos às dicas da gente...
Não pode faltar CRIATIVIDADE!!!!
  •  Ao chegar em casa convidem as crianças para ajudá-los na cozinha, lavando e picando algumas folhas e legumes. Deixem pegar, cortar, brincar de fazendinha, apreciar o momento.
  • Convidem para cozinhar as verduras, chamem a atenção para as mudanças que acontecem com as folhas (ex; a couve que é grande e volumosa, torna-se pequena e bastante verde quando cozida) e os legumes (ex: a cenoura que fica molinha após cozida). Falem sobre cores, texturas, formas, interajam com seus pequenos. Talvez, assim, eles tenha vontade de saborear os alimentos.
    •   Não falem dos vegetais como se fossem inimigos, impondo que eles comam. Isso só piora a reação contrária dos pequenos.
    • Nunca cozinhem demais os alimentos para que não percam as cores, formas e sabores, pois tornam-se desinteressantes  para as crianças.
    • Peçam para eles ajudarem a arrumar a salada no prato (que deve ser bem bonito e convidativo).Incremente com brotos de feijão, croutons, batata palha, ovo cozido picado, quadrado (existem fôrmas para isto), milho, ervilha e algumas frutas pequenas e coloridas (1 ou 2 no máximo). A salada deverá estar colorida, atraente...

    • Piquem os vegetais em formatos lúdicos, como flores, bichinhos, estrelas, quadrados, retângulos, triângulos,etc... Aproveitem para desviar os assuntos para as formas. Despertem a atenção também para as cores, misturando os alimentos.
    • Convidem a colocar a mesa para vocês.
    • Deixem que eles arrumem, escolham jogos americanos, decidam pratos, copos... Essa autonomia passa confiança e o desejo de fazer bem feito!
    • Aproveitem e dividam experiências!!!